podes colher de mim
tudo quanto precisares
alimento-me só de saudade
um corpo que deixou de tremer por mim
suar por mim
em todas as superfícies
a dor que causa é só comparável
ao prazer que foi quem de gerar
Alberte Momán, Erótica (ver mais aqui)
Sábado, Junho 13, 2009
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5 comentário(s):
a procura de uma morte que nasça
e de um nascimento que morra
no sacrilégio de uma folha
um grande abraço
jorge vicente
Passei por aqui...e gostei muito...muito
A colheita maior. Incondicional estar. Porta aberta a todo o respiro purificado.
Abraço.
INQUIETANTE....
Faz tempo que ando para te deixar um beijo...
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