Incendeio esta noite o corpo.
Meu sangue vai coagular, compacto. Depois livre na aridez dessas
mãos onde Março caiu como nunca vira.
Rondo-te o fascínio. Espero o fim, o rebentar das vozes e jasmins
ainda quentes sobre o meu ouvido.
Isabel de Sá, Repetir o poema
Sexta-feira, Março 13, 2009
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2 comentário(s):
Fazer arder o canastro à hora escura...
Sentido sentir plasmas no teu sentir sentido.
Abraço grande.
Tchi
Abração!
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